Uma História de Crescimento, Ousadia e Sucesso
O terceiro maior evento do mundo na área, em número de participantes, e o maior da América Latina, o Festival Mundial de Publicidade de Gramado fez história no Brasil desde sua primeira edição, em 1976, atravessando em seguida fronteiras como evento latino-americano, para ganhar na sua continuidade expressão mundial.
Idealizado com a proposta de discutir e analisar o segmento publicitário, passando por temas de interesse de profissionais, agências e mercado, nasceu sob o selo de Seminário. O local escolhido, desde o início, a cidade serrana de Gramado, por oferecer atrativos turísticos e uma rede hoteleira de primeira linha, capaz de abrigar um grande número de participantes
Na primeira edição, o público excedeu a expectativa, revelando o potencial do evento que começava a ganhar contorno para transformar-se em seguida em Festival Latino-Americano de Publicidade, com apoio de entidades que igualmente cresciam e erguiam sua bandeira em prol da atividade no Brasil: a ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade e Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda.
Nesta esteira, surgiu em 1983 a ALAP – Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade, que passou a ser a entidade promotora e realizadora do Festival. Primeiramente, o Festival ganhou contorno integrando países da América Latina como Brasil, Chile, Paraguai, Argentina, Costa Rica, Equador, Bolívia, Peru, Uruguai, Venezuela, Panamá, El Salvador, Colômbia, Guatemala e México. Foi a partir daí que mudou de selo para Festival Mundial de Publicidade de Gramado e hoje figura entre os principais eventos do setor quando se trata de premiação de peças e campanhas publicitárias no mundo todo, agregada a debates e discussões que permeiam o tema propaganda x comunicação enquanto “business”.
Desde sua origem, o projeto visualizava a realização do evento com regularidade na primeira quinzena de junho nos anos ímpares. Numa visão futurista, já nascia a proposta para torná-lo itinerante nos anos pares, a partir do terceiro milênio, uma semente para a implantação das edições extras a partir de 2004, iniciado pela França.
O crescimento do Festival é traduzido também por ações paralelas - exposições, seminários e workshops, foco de interesse cada vez de um maior número de profissionais e estudantes de publicidade, jornalismo e relações-públicas. Jovens que por estarem iniciando na profissão precisavam de uma visão crítica e efetiva sobre a área de comunicação. Quanto mais crescia o Festival, maior a participação dos jovens e de profissionais, dando corpo e consistência a esta idéia vencedora, realizada nos anos ímpares na serra gaúcha.
Dentre as principais conquistas do Festival Mundial de Publicidade de Gramado, além da aceitação do público em escala ascendente – hoje chega a superar a casa dos 5 mil participantes - o Mundial obteve em 1991, durante a sua 8ª edição, a aprovação de Lei Municipal, determinando sua inserção no calendário de promoções turísticas de Gramado, ao lado do Festival de Cinema, numa verdadeira tradução de sua representatividade. Outro diferencial: o Festival Mundial de Publicidade de Gramado também é o único no mundo a premiar anúncios em três idiomas, português, inglês e espanhol. Segundo o presidente honorário da ALAP, o publicitário e poeta Luiz Coronel, “o Festival é um evento de idéias, debates, palestras e premiação. Os estudantes, na verdade, querem assistir as palestras, por exemplo, dos melhores publicitários do mercado. O Festival é um curso de extensão de três dias”.
Numa demonstração de ousadia e inquietude por parte de seus organizadores, os Festivais literalmente atravessaram fronteiras em 2004, chegando à Paris, estabelecendo novo posicionamento à criatividade e à publicidade, de forma diferenciada e ampla, numa verdadeira proposta de globalização do setor, mostrando lá fora o que o Brasil, a América e o Oriente já vinham premiando, avaliando e discutindo. A iniciativa abriu espaço para uma nova ótica - uma via de mão dupla com o velho mundo.
As edições extras ganharam força, realizadas em anos pares, numa alternância de calendário com as demais edições. Em 2006 chegou a Buenos Aires. Em 2008 rompeu mais uma vez a barreira da ousadia, chegando ao México, Itália e Japão, quase que simultaneamente.
É neste cenário que o Festival abre seus braços para um novo desafio. O desafio de realizar a 17ª edição, nos dias 3,4 e5 de junho de 2009 com uma bandeira que prega a vanguarda e a inovação, traduzidos mais uma vez no perfil e reconhecimento de seus palestrantes e painelistas, focados na premiação, no debate, em eventos que, acima de tudo, traduzam em alto e bom tom a bandeira de sua internacionalização, regada pelo profissionalismo que deverá posicionar mais uma vez o evento como um dos melhores do mundo.
Nomes que pontuam o Festival
O sucesso e crescimento contínuo do Festival Mundial de Publicidade de Gramado se dá pela proposta, que veio preencher uma lacuna importante dentro do segmento, agregada as pautas trazidas para discussões e debates, premiações, mas principalmente pela participação de profissionais do mercado nacional e internacional que somam seus nomes ao evento.
Cada edição conta com um presidente e patrono, indicados pela ALAP e mercado, além de palestrantes e painelistas que pontuam a propaganda enquanto negócio, em suas áreas de abrangência e afins. Nomes que contribuíram e contribuem para sublinhar com dedicação, trabalho e profissionalismo a trajetória do mundo publicitário ao longo dos anos, a partir da realização do Festival Mundial de Publicidade de Gramado .
Entre eles estão: Airton Rocha, Alberto Freitas, Alex Periscinoto, Antônio D’Alessandro, Armando Ferrentini, Celso Loducca, Clemente Câmara, Cristina Carvalho Pinto, Ehr Ray, Fábio Fernandes, Flávio Corrêa, Hiran Castelo Branco, Jacques Bille, Javier Vale, Jayme Sirotsky, José Carlos Gomes Salles Neto, João Saad, José Daltro Franchini, Luiz Basset, Luiz Fernando Levy, Luiz Coronel, Marcelo Serpa, Marcello Serpa, Mauro Salles, Nizan Guanaes, Nelson Sirotsky, Oliviero Toscani, Octávio Gadret, Petit Zaragoza, Peter Georgescu, Petrônio Corrêa, Reinaldo Lopes, Roberto Marinho, Roberto Civita, Roberto Duailibi, Washington Olivetto, entre tantos outros.